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Mercado Frete

Custo do frete agrícola permanece elevado com diesel caro e pressão logística, segundo Conab

Sapiens Agro 9 de junho de 2026

O transporte de grãos no Brasil continua oneroso, sustentado pelo preço elevado do diesel e por gargalos estruturais na logística nacional. A Companhia Nacional de Abastecimento reforça que esse cenário compromete a competitividade do produtor rural no escoamento da safra. A situação exige atenção especial de quem ainda precisa movimentar volumes da produção atual.

Custo do frete agrícola permanece elevado com diesel caro e pressão logística, segundo Conab

O custo do frete rodoviário para o setor agropecuário segue em patamar elevado no Brasil, reflexo direto do preço do diesel, que continua pressionando as margens operacionais das transportadoras. Com isso, o valor cobrado pelo deslocamento de cargas agrícolas permanece alto, reduzindo a rentabilidade líquida do produtor que precisa levar sua produção até os pontos de comercialização ou exportação.

Além do combustível, fatores estruturais como a dependência excessiva do modal rodoviário, a precariedade de parte da malha viária e a concentração dos fluxos de escoamento em períodos de pico da safra contribuem para manter os fretes em níveis que corroem parte do ganho obtido na lavoura. A Conab aponta que esses custos logísticos elevados são um entrave recorrente para a competitividade do agronegócio brasileiro.

Para o produtor, o momento exige planejamento cuidadoso na hora de contratar o transporte. Antecipar negociações com transportadoras, avaliar alternativas de armazenagem próxima à propriedade e monitorar janelas de menor demanda por frete podem ser estratégias relevantes para reduzir o impacto desse custo sobre o resultado final da comercialização.

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